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COVID-19 e animais de companhia – I

Saiba quais os cuidados que deve ter e siga as recomendações aos tutores de animais de companhia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa.

Não existe evidência científica de que os animais de companhia transmitam o coronavírus SARS-Cov-2, mas há cuidados que os tutores devem ter.

 

Os animais de companhia, como cães e gatos, podem infetar-se e transmitir o coronavírus SARS-Cov-2?

Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (O.I.E.) e a Associação Mundial de Médicos Veterinários de Animais de Companhia (WSAVA), não há evidência científica de que os cães e os gatos, ou outros animais de companhia, transmitam o novo coronavírus.

 

Já há casos de animais de companhia infetados por COVID-19?

Foram divulgados relatos esporádicos de um cão em Hong-Kong, de gatos na China e na Bélgica, e de um tigre num zoo nos E.U.A., mas importa referir que estes animais nunca exibiram sinais clínicos. Foi apenas possível demonstrar ou que estavam infetados com o SARS-CoV-2, com resultados de testes laboratoriais fracamente positivos, incapazes de distinguir se se tratava do vírus inteiro ou de fragmentos não infeciosos, ou que tinham anticorpos específicos contra o SARS-CoV-2, o que revela que foram expostos ao vírus e que o debelaram, mesmo em cenários epidemiológicos de grande número de casos da COVID-19 como na cidade de Wuhan na China.

 

Posso continuar a passear o meu cão?

Ter um animal de companhia não é um fator de risco da COVID-19. Pode continuar a levar os animais à rua, em passeio, desde que, nesse percurso, cumpra os cuidados gerais de prevenção amplamente divulgados: manter distância de 2 metros das outras pessoas; tossir ou espirrar para um lenço descartável ou para o cotovelo, não tocar na cara, boca ou olhos.

Os animais gostam de rotinas, porque lhes transmitem segurança. Por isso crie e mantenha uma rotina de passeios curtos e de brincadeiras em casa, e cumpra esses horários.

 

Estas recomendações aos tutores de animais de companhia foram elaboradas pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa de acordo com as seguintes orientações: Organização Mundial de Saúde Animal (OIE); Associação Mundial de Médicos Veterinários de Pequenos Animais e a Ordem dos Médicos Veterinários. Atualizado em 8 de abril de 2020. 

Fonte: hospitaldaluz.pt

 

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